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quinta-feira, 21 de abril de 2011

O Casamento dos Meus Sonhos

A cerimônia de meu casamento foi emocionantemente linda, exatamente como eu havia sonhado.

Pode beijar a noiva...

Depois de toda a louca correria atrás dos boutonnières, meu noivo Ricardo disse que ficou totalmente em stand by, apenas esperando sua hora de entrar na igreja.

Ricardo, o noivo.

Ele estava bem tranquilo quando entrou pela nave de braços dados com minha sogra Clara, ao som da música “Memory”, do musical Cats de Andrew Lloyd Webber.

Ricardo e sua mãe Clara.

E quem roubou a cena no cortejo foi meu sogro José, nunca o vi tão contente.

José e Clara, os pais do noivo.

Assim que desci do carro a Sandra do Momentos Cerimonial me falou que nunca havia visto um coral tão lindo, naquele momento percebi que estava realizando meu grande sonho.

Noiva chegando na Igreja.

Lembro-me de encontrar meu pai na porta da igreja e perguntar para ele se eu estava bonita. Acho que ele estava tão emocionado que apenas balançou a cabeça.

Meu pai e eu aguardando para entrar na igreja.

O Ricardo falou que foi muito engraçada a minha entrada na igreja, pois todos os convidados estavam olhando para a porta de entrada, quando a clarinada terminou e o coral começou a cantar a “Marcha Nupcial” de Mendelssohn, várias pessoas se viraram para frente, para ver de onde vinha a música. Isso foi a glória para nós dois.

Minha entrada triunfal.

Assim que a porta se abriu eu percebi que iria começar a chorar, como não queria sair chorando nas fotos tomei uma decisão, fixei meu olhar no Ricardo e fiquei pensando que estava indo ao encontro do grande amor da minha vida. Não deu outra, não derramei nenhuma lágrima e sai sorridente e emocionada em todas as fotos.

Encontrando meu grande amor.

Estava tão feliz de estar me casando com o homem da minha vida que era impossível não notar o quanto nos amamos.

Um olhar vale mais do que mil palavras.

Mas o Ricardo não podia deixar de zoar comigo... vejam se isso lá é cara para o noivo fazer ao conduzir sua amada ao altar... hehehe.

Olha a cara do noivo... hehehehe.

A cerimônia foi linda, o padre Alex disse coisas maravilhosas que realmente tocaram todos.

Noivos recebendo a comunhão.

Tivemos um pequeno imprevisto durante a cerimônia, o padre esqueceu-se de me pedir para entregar o buquê para minha mãe segurar, como eu também levava um terço de pérolas, ao entregar os dois a minha mãe percebi que estava com grandes bolas roxas na mão, fiquei morrendo de medo de que estas manchas aparecessem nas fotos, mas isso não aconteceu e ganhei lindas fotos minhas segurando o buquê.

Meu lindo buquê com o terço.

O único problema foi meu pajem fujão, que não entrou na igreja junto com as daminhas. Mas como o Pedro tinha apenas 2 aninhos, já estávamos esperando por isso e o que realmente importava para mim era ter o filho de minha melhor amiga como pajem, ele entrando ou não.

Pedro, meu pajem fujão.

Mas as duas irmãs daminhas tiraram isso de letra e entraram direitinho ao som de “A Whole New World”, tema do desenho animado Alladin.

Maria Eduarda e Giovana, minhas lindas daminhas.

E olha que linda que ficou a almofadinha de alianças que eu bordei em ponto cruz.

Que orgulho... fui eu quem fez!

O momento em que o Coral Santa Cecília cantou “Ave Maria nos seus Andores” foi muito especial para mim. Mas o melhor foi perceber que até o padre aprovou minha escolha e estava cantarolando junto.

Coral Santa Cecília.

A cerimônia civil também foi realizada na igreja e foi muito bonita.

Cerimônia Civil.

O cumprimento dos padrinhos ao som de “Can´t Help Falling Loving You” de Elvis Presley, foi muito especial para mim, pois a maioria deles eram nossos tios e primos, e apenas os amigos mais queridos foram convidados para este papel tão importante. Ao cumprimentar minha madrinha Delma (mãe de meu pajem fujão) não resisti e me debulhei em lágrimas, o pior foi que ela me xingou dizendo que se eu continuasse chorando ela iria chorar também.

João Paulo, Carolina, Ricardo, Delma e Pedro.

O cumprimento aos nossos pais também foi lindo ao som de “My Way” de Frank Sinatra.

José e Clara, pais do noivo. Luiz Carlos e Zezé, Pais da noiva.

Nossa saída foi triunfal ao som de “Nessum Dorma” da ópera Turandot, de Giacomo Puccini.

Saída em grande estilo.

Resumindo... foi o casamento dos meus sonhos.

A realização de um sonho: Casar com o grande amor de minha vida.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Nuvens para jóias

Depois que decidimos nos casar, uma das primeiras coisas que fiz já pensando nos detalhes deste dia tão especial foi a almofadinha das alianças.

Há pouco tempo aprendi a bordar ponto cruz e resolvi colocar minhas habilidades à prova.

Bordei nossas iniciais e montei a almofada com a ajuda de minha mãe, que é costureira. Porém achava que ainda faltava algo, então pedi para minha mãe fazer um bico de crochê na volta da almofada e enfeitar com uma fita de cetim.

O resultado ficou fantástico e mesmo que ninguém note este detalhe, tenho muito orgulho de ter feito algo tão delicado.


O interessante é que muito tempo depois que terminei a almofadinha, resolvi comprar os selinhos para lacrar os convites, e não é que consegui achar um bem parecido com os monogramas que havia bordado.


quinta-feira, 11 de junho de 2009

Aliança - Laços de União


A aliança é o mais antigo símbolo do casamento. O ouro representa os sentimentos nobres, a forma circular retrata união e amor eterno.

Especialistas recomendam que a aliança tenha um toque pessoal dos noivos e que a peça seja confortável, afinal de contas trata-se de uma jóia que acompanhará o casal por toda a vida.

Os egípcios, os gregos e os romanos foram os primeiros povos a fazer uso de alianças, que inicialmente eram produzidas com ferro. De acordo com a cultura grega e romana, o quarto dedo da mão esquerda foi escolhido, pois acreditava-se que por ele passava uma veia diretamente ligada ao coração. Para os egípcios, o círculo era sinônimo de eternidade e usar a aliança na mão esquerda simbolizava a continuidade das juras de amor eterno. A partir do século IX, a Igreja Cristã adotou a aliança como símbolo de fidelidade entre os casais e em 1549 o Livro de Orações Comuns designou a mão esquerda como a “mão de casamento”, uma tradição adotada pelo mundo todo até hoje.

Simples ou sofisticadas, a aliança continua reinando absoluta como símbolo de amor sólido e verdadeiro.
Fonte: Guia Casar Bem.